Top Five do Festival da Juventude

Entre o que deu pra ver e acompanhar da extensa programação de quatro dias do Festival da Juventude, listo aqui os cinco melhores momentos a partir das minha impressões e dos comentários que ouvi por aí.

5 – Nação Zumbi – show

Fotos: Secom/PMVC

Os tambores pernambucanos do maracatu atômico fizeram da segunda noite do Festival uma grande noite de celebração. Pela primeira vez na cidade, a Nação mostrou a que veio e fez o público cantar junto. Já tem gente querendo mais!

4 – Libras – palestra e oficina

Foto: Secom/PMVC

Um detalhe da programação que despertou a curiosidade de muita gente: a parte voltada para pessoas surdas. Desde a palestra de abertura, que foi traduzida em libras, até a palestra Arte na Libras e a oficina Literatura Surda chamaram atenção por ter conseguido atrair o público que esperava alcançar.

3 – Espaço Planetário – artes visuais

Foto: Secom/PMVC

O espaço ainda está inacabado (em obras), mas já virou palco para uma intervenção sensacional! A exposição “{Nu} Glauber: Corpos de Passagem, Uma arquitetura das relações, sua vez de jogar” reuniu música, escultura, fotografia, pintura, grafite e dança. Foi, com certeza, um dos espaços mais interessantes, que despertou olhares e muitas viagens planetárias.

2 – Paulinho Boca – Papo de Poeta

Foto: Secom/PMVC

Um Papo de Poeta bem diferente do que aconteceu na edição passada do Festival, ele foi totalmente musical e cheio de ritmos. O novo baiano Paulinho Boca de Cantor cantou e contou a história da música baiana e fez do momento uma verdadeira aula sobre a nossa cultura musical. Foi show!

1 – Complexo Ragga – show

Foto: Secom/PMVC

Entre as atrações locais, a Complexo Ragga levou um público próprio para a última noite do Festival da Juventude. Representando e dando voz à periferia, a banda mistura reggae, hip hop e batidas eletrônicas com versos e rimas que colocam no palco o discurso de protesto. Teve gente arrepiada com a sintonia entre a banda e o público. Foi o melhor show de todos!

A Batalha de MCs, por ter dado visibilidade ao movimento e mostrado que esta expressão existe na cidade; as rodas de conversa, por ter discutido temas como a redução da maioridade penal, ativismo e políticas públicas para a juventude; além do dançante e bem ritmado show da banda BaianaSystem também merecem ser lembrados como pontos altos da terceira edição do Festival.

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