Intervenção artística espalha “códigos” por Conquista

DSC_8612 copyVitória da Conquista foi codificada. Por meio de um projeto artístico de intervenção urbana, diversos pontos da cidade ganharam códigos QR, também chamados de codes – uma espécie de código de barra que serve como link para se ter acesso a um conteúdo na internet. Os codes são lidos por um aparelho de celular com câmera e com um aplicativo, que traduz o código em texto para acessar o conteúdo disponibilizado.

Com os códigos espalhados pela cidade, 100 no total, pode-se ter acesso a fotos, vídeos, áudios, textos históricos, poesias, entre outros conteúdos. Os codes são encontrados, por exemplo, nas praças Tancredo Neves e Barão do Rio Branco, no Centro de Cultura, no aeroporto, na rodoviária, na Feira do bairro Brasil e nas avenidas Siqueira Campos e Olívia Flores.

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O material distribuído virtualmente foi selecionado pelos idealizadores do projeto “Code ou A Cidade Codificada”, Rodrigo Freire e George Neri, e organizado de acordo com cada local. “A ideia foi duplicar as coisas em seus próprios lugares, com informação e conteúdo por um meio bastante simples, que é o code”, explica Rodrigo.

“Parte do material foi composto com a colaboração do Arquivo Municipal, com textos históricos e fotos antigas de lugares, como as praças Tancredo Neves e Barão do Rio Branco. A ideia é fazer desse projeto algo mais amplo, voltado para a memória da cidade”, diz George. “Essa pode ser uma forma de levar o Arquivo Municipal para todos os lugares”, destaca.

Parceria – Após colaborar com o projeto, o Arquivo Municipal pretende ampliar a ideia e disponibilizar conteúdos da memória da cidade para serem acessados por meio da tecnologia, instalados em pontos específicos e que fazem parte da história de Vitória da Conquista, desde ruas e alamedas antigas a monumentos, praças e prédios. 

“A ideia é colocar os codes em pontos com representação histórica. Por exemplo, a alameda Lima Guerra – antigo Beco das Tesouras -, ali tem muita história, então esse code vai fazer com que a pessoa tenha acesso a textos sobre esse lugar, fotos antigas, áudio de entrevistas, documentos que estão dentro do Arquivo”, diz o coordenador do Arquivo Público Municipal, Afonso Silvestre. “A intenção é aproximar ainda mais o arquivo da comunidade”, destaca.

Acesso – Quem quiser ter acesso ao conteúdo ao encontrar um dos codes que estão pela cidade, precisa ter um celular com câmera e acesso à internet. Então, deve instalar um leitor de code, que são encontrados gratuitamente e com facilidade nas lojas virtuais de aplicativos para celulares, para fazer a leitura do código e descobrir a qual conteúdo ele apresenta.

A obra “Code ou A Cidade Codificada” compõe o Salões de Artes Visuais da Bahia que acontece, em Vitória da Conquista, até o dia 31 de agosto no Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima. 

(Da Secom-PMVC)

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