Randômicos lança primeiro EP

Baianos fazendo música que fala da relação do homem com o mar… Nenhuma novidade! Mas, e se for baianos roqueiros de Vitória da Conquista? Pouco provável, né? Só que a banda Randômicos foi pelo caminho mais difícil mesmo.

Apesar da banda estar em atividade desde 2009, o EP Acendam as Luzes é o primeiro álbum do grupo formado atualmente por Linauro Neto (baixo), Raoni Botelho (bateria) e Tales Dourado (vocal e guitarra). São quatro canções autorais que “tratam de forma poética da relação do homem com o mar, do encantamento amoroso, da desilusão, das lembranças e do imaginário e religiosidade popular”, diz o baixista.

“Sempre nos cativou a antiga concepção de um disco como uma obra de arte completa, desde a capa até a escolha da sequência das músicas, o que, infelizmente, vem sendo abandonado atualmente, com a preferência de lançamento de singles para a internet pela banda novas”, explica Linauro sobre a preocupação conceitual do power trio, que prefere cantar em português e caminhar pela originalidade, apesar das referências do rock alternativo inglês.

O álbum será lançado oficialmente em breve e foi realizado com o apoio da Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), em dois formatos – digital (com distribuição livre) e vinil 7′ com tiragem de 300 cópias.

A produção musical foi assinada por André T (Estúdio t), que já produziu nomes como Cascadura, BaianaSystem e Retrofoguetes. A capa é de Ully Flôres e Felipe Rezende.

Curta esse som!

Em busca do boteco perfeito

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Cada um vai ter o seu motivo para apontar esse ou aquele boteco como o melhor da cidade. O diferencial pode ser a cerveja trincando, a lábia do garçom, o tempero da cozinha, os preços camaradas e até mesmo a freguesia. Mas, agora, resolveram colocar essa missão pra gente: eleger o preferido dos conquistenses.

Desde o último dia 3 de agosto, estão abertas as votações do Agosto de Buteco. São 16 participantes, cada um deles desenvolveu um prato ou escolheu algum já existente no seu cardápio (dando aquela melhorada) para concorrer. Os pratos custam, no máximo, R$ 30.

A escolha do melhor boteco será feita pelos próprios clientes que passarem por esses bares durante o período do concurso, até 3 de setembro, e que darão suas notas ao petisco. Um júri técnico também irá visitar os bares para degustar, avaliar e atribuir notas – e até visitar a cozinha.

Ao final do período de votação, as notas serão somadas para retirar a nota média – portanto, o número de votos não é o mais importante e a média do júri técnico terá o mesmo peso que a média do público, podendo definir a competição.

Saiba quais são os bares participantes:

Bar Cai 1, Boteco Carioca, Café Society, Camarote, Candieiro, Carneiro Prime, Cia da Moqueca, Copacabana, Dalí Happy Hour, Fome Stop, Iguarias, Kina de Massu, Loi Bar, Mandacarú, Paulinho´s Bar e Pisa na Fulô.

Talvez você conheça um, dois ou vários bares famosos da cidade que não estão na lista, e que mereciam – pela sua avaliação. Mas, a organização do evento garante que visitou o máximo possível de estabelecimentos. “Passamos quase um mês e meio, saindo de segunda a quinta, convidando e mostrando o projeto. Muitos abraçaram o projeto e desistiram, outros não quiseram, o que é normal por ser a primeira edição do concurso, mas temos bons nomes que confiaram e que estão com a gente”, afirma um dos idealizadores do concurso, Léo Tavares.

O resultado final será divulgado no dia 25 de setembro e a ideia é que o evento entre para o calendário de eventos da cidade. Acompanhe as notícias sobre o concurso na fanpage oficial. Saiba o endereço dos bares e quais são os pratos participantes no site agostodebuteco.com.br.

Mucugê pronta para Feira Literária

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Tem início esta semana a primeira Feira Literária de Mucugê, na Chapada Diamantina. Durante quatro dias, os amantes das letras e das artes terão a oportunidade de se encontrarem com nomes como Jorge Portugal, Capinan, Anamaria Fonseca e Jean Willys, em um evento multicultural e com espaço para escritores e artistas do interior da Bahia.

Informações sobre como chegar e onde ficar estão no site oficial. A Fligê é uma realização do Coletivo Lavra, em parceria com a Prefeitura Municipal de Mucugê e o Instituto Incluso. A iniciativa conta ainda com apoio da Secretaria da Fazenda e da Secretaria de Cultura do Governo do Estado da Bahia.

Veja a programação completa!

A volta dos que não foram

Parece até que foi combinado… mas, de repente, eles resolveram se reencontrar nos palcos…

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12 e 13 de agosto
Citibank Hall – São Paulo

2 e 3 de setembro
Metropolitan – Rio de Janeiro

10 de setembro
BH Hall – Belo Horizonte

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Cantoria: Elomar, Geraldo Azecedo, Vital Farias e Xangai

12 de agosto
Centro de Convenções Ulysses Guimarães – Brasilia

13 de agosto
Teatro Rio Vermelho – Goiânia

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O Grande Encontro: Elba Ramalho, Geraldo Azevedo e Alceu Valença

17 e 18 de setembro
Metropolitan – Rio de Janeiro

Teatro Carlos Jehovah estimula produtores conquistenses

O espaço tem movimentado a agenda cultural da cidade com diferentes espetáculos

Achiles e Márcia Castro em apresentação no último dia 14 de julho
Achiles e Márcia Castro em apresentação no último dia 14 de julho – Foto: Helinho Sitos

Cravado no coração da cidade, o Teatro Carlos Jehovah é quase imperceptível, durante o dia, na movimentada Praça da Bandeira. À noite, o cenário muda, e a movimentação toma conta do espaço, que tem sido cada vez mais visitado e requisitado pelos produtores culturais locais. Desde 1982, ele é palco para artistas conquistenses e também para os que estão de passagem pela região.

Com pauta gratuita, oferecendo um técnico e uma estrutura mínima de som e iluminação, o Jehovah tem movimentado a agenda cultural da cidade. “O Teatro está se tornando mais habitual na noite conquistense. No ano passado, a cidade começou a redescobrir o Carlos Jehovah. É excelente ter uma agenda também durante a semana e é isso que temos tentado manter”, comemora o músico Euri Meira.

“Muitos artistas conquistenses pisaram pela primeira vez num palco no Teatro Carlos Jehovah. Ele é um dos importantes espaços de incentivo à arte e à difusão da nossa produção cultural”, afirma o Secretário Municipal de Cultura, Turismo, Esporte e Lazer, Nagib Barroso.

Apenas no primeiro semestre desse ano, foram 79 agendas abertas ao público, além dos ensaios que acontecem por lá.

Alexandrina e Euri - Foto de João Neto
Alexandrina e Euri Meira, em show do Hotel Mambembe – Foto: João Neto

Coração de mãe – Com capacidade para receber até 150 pessoas, o teatro é uma sala pequena e “de extrema importância para os artistas promoverem seus eventos”, como lembra Euri, que às vezes se apresenta com as portas abertas permitindo um maior público.

A jornalista Aline Mattos foi poucas vezes ao Teatro, mas se sente muito à vontade por lá. “O teatro possui um clima intimista, permite uma proximidade maior com os amigos e até mesmo com os artistas que ali se apresentam. Fico feliz por termos o teatro Carlos Jeohvah à nossa disposição, pois é um espaço que valoriza a produção cultural conquistense”, declarou.

“Modesta, intimista e alternativa. Foi a primeira casa de shows que conheci em Conquista. O espaço é pequeno mas, em noites de casa lotada, a galera se espalha e se acomoda como pode”, diz o universitário João Barreto, assíduo frequentador do espaço. “O Teatro Carlos Jeovah é que nem coração de mãe”.

Para acompanhar a agenda do Teatro, acesse o site da Prefeitura Municipal. Os artistas e produtores que queiram solicitar pauta devem entrar em contato com a Secretaria de Cultura (77 3424 8560).

Fachada do Teatro - Foto: Katyelle Moreira
Fachada do Teatro – Foto: Katyelle Moreira